AMD prepara processador com seis núcleos

Fevereiro 27, 2009

Na briga pela liderança em processadores, a AMD anunciou o lançamento de um processador com seis núcleus no segundo semestre de 2009. É o Istanbul, que promete desempenho muito acima da atual geração de processadores.

A medida vem como resposta ao lançamento do “Dunnington”, processador da Intel de seis núcleos, oferecido para servidores. A Intel, inclusive, já anunciou que está desenvolvendo uma nova arquitetura de processadores, chamada Nehalem, que promete ser ainda mais eficiente do que os Dunnington.

A AMD usou uma plataforma que permitirá, no futuro, que servidores usem 12, 24 ou 48 núcleos no futuro. A base de desenvolvimento foram os processadores de 45 nanômetros (assim como o Dunnington) e quatro núcleos chamado Opteron.

A briga promete esquentar nesse mercado!


Google Chrome: 7 razões para amá-lo e 7 para se preocupar com ele

Setembro 30, 2008

O primeiro beta do browser aberto Google Chrome foi lançado na terça-feira (02/09) para usuários do Windows Vista e XP, mas haverá em breve versões para Mac e Linux. É claro que há razões que justifiquem a empolgação com o navegador do Google – mas também algumas questões que podem preocupar os usuários.

Confira uma lista com sete razões para você entender porque o browser Google Chrome é legal e outros sete motivos para você poder até mesmo odiar a novidade do gigante de buscas.

Porque o Google Chrome é legal

1. O browser não travará

Talvez o melhor desenho da arquitetura de multiprocessamento. Isto, como a casca de uma noz, elimina a necessidade de fechar o navegador quando um site ou aplicativo online trava.

Cada aba, com o Google Chrome, é independente de qualquer outra aberta pelo usuário. Esta medida também oferece uma camada adicional de segurança, já que isola cada site e aplicativo em um ambiente limitado.

2. É muito rápido

O programa, em si, abre em poucos segundos após o usuário clicar em seu ícone de inicialização.

E mais uma vez, graças à arquitetura de multiprocessamento, um site lento não irá prejudicar o resto da navegação. Com plug-ins, é o mesmo. Se um site possui um anúncio em Java que demora para carregar, o Chrome o isola para o resto da página não ser afetada.

3. Você mal o percebe

O design do Chrome faz com que o browser mal pareça um software, já que grande parte do espaço na tela dedica-se ao site que você está visitando. Não há botões ou logos ocupando a área.

Os designers do navegador do Google afirmaram que a idéia era as pessoas esquecerem que estavam usando um navegador – objetivo que ficou bem perto de ser atingido.

4. A busca é mais simples

Um dos recursos do Google Chrome é o Omnibox, uma barra integrada no topo do navegador, na qual o usuário pode digitar uma URL ou um termo de busca – ou ambos – e o Chrome levará o usuário ao lugar certo sem mais perguntas.

O Omnibox aprende o que você gosta, também – e vai além da função autocompletar. Vamos supor que você gostaria de usar a função de busca do IDG Now!, por exemplo. Uma vez que você visitou o site, o Chrome lembrará que ele possui sua própria caixa de busca e dará a opção de usá-la diretamente do Omnibox. A função ainda automatiza buscas por palavras-chave.

5. Mais controle sobre as abas

O Chrome dá mais poder à idéia do uso de abas. Você pode pegá-la, por exemplo, e arrastá-la para sua própria janela individual. Ou você pode arrastar e combinar uma aba com janelas pré-existentes.

Também é possível configurar as abas sem a necessidade – exigida por outros browsers – de instalar add-nos.

6. Abre novas portas em sua página inicial

O Google Chrome tem, por padrão, uma página inicial dinâmica. Conforme o uso do navegador, o programa lembra os sites que você visitou com mais frequencia.

As nove páginas mais visitadas aparecem em miniaturas na página inicial, além de mostrar os mecanismos de busca e favoritos mais acessados.

É possível, contudo, se livrar deste recurso e incluir sua página inicial favorita, como em browsers tradicionais.

7. Navegação com privacidade

Assim como o recente beta do Internet Explorer, o Google Chrome oferece navegação privativa – com o recurso batizado de Incognito. É possível abrir um tipo específico de janela e descansar tranquilamente, sabendo que nada que for feito ali será salvo em um computador.

Diferente da ferramenta do IE8, contudo, a janela do Chrome é isolada do resto da navegação, assim é possível navegar com privacidade em uma janela, ao lado de janelas parecidas – e cada uma terá operações independentes.

7 Questões preocupantes no Chrome

1. É apenas o primeiro beta

Este é o primeiro lançamento de testes do Google Chrome, então sim, aparecerão problemas nos próximos meses. É como você colocar em risco sua vida online nas mãos de um produto cuja eficiência ainda não foi provada.

A visita a certos sites já causou erros – como o acesso ao logmein.com, por exemplo, que gerou a mensagem “Este aplicativo falhou porque o arquivo xpcom.dll não foi encontrado.” Você quer lidar com esta incerteza diariamente?

2. Você não terá add-ons

Os add-ons são uma sensação para os fãs do Firefox, e nenhum deles, por enquanto, é oferecido pelo Google Chrome. O Google pretende criar uma API para estas extensões, mas por enquanto só o que lhe resta é esperar – e navegar sem os seus add-ons queridos.

3. Não é possível sincronizar

Uma das grandes vantagens do Firefox é sincronizar vários computadores usando a opção Weave, da Mozilla. Esta combinação permite que os usuários tornem os browsers de seu laptop, PC de casa e do trabalho idênticos e, uma vez que você se acostumou a este nível de sincronia, é difícil abrir mão. E o Google Chrome ainda não possui o recurso.

4. Saudade dos padrões

As funções são menos padronizadas neste novo navegador baseado no sistema open source Webkit, que também alimenta o browser Safari, da Apple.

Quando você compara as páginas no Chrome com as do Firefox ou Internet Explorer, nota uma diferença na formatação de textos. E já que a maioria dos sites dá prioridade ao código do líder de mercado, você poderá se decepcionar.

5. Mais munição para anunciantes online

Diante de toda a movimentação sobre as práticas de privacidade do Google e quanto de seus dados são compartilhados com anunciantes online, imagine o potencial de coleta de informações com o uso do browser da empresa. Agora, o Google pode ter controle total sobre sua experiência de navegação do momento em que você abre o Chrome ao momento de fechá-lo. De certa forma, você está convidando a DoubleClick para ficar a seu lado quando você navega.

6. A barra de ‘dropdown’ foi eliminada

A idéia de uma barra que apresenta opções de url enquanto o usuário digita um endereço no browser foi eliminada pelo Chrome. Para compensar, o browser oferece funções “inteligentes” em sua Omnibox, mas se o internauta quiser ver as URLs que digitou recentemente com um clique, não contará com a barra de dropdown.

7. Você perde um pouco de seu histórico

As funções de ‘Histórico’ do Chrome são menos versáteis do que as oferecidas no Firefox. O Chrome conta apenas como uma tela simples mostrando seu histórico diário de navegação. A possibilidade de selecionar informações por datas, sites ou endereços mais visitados parece ter sido subestimada pelos criadores do browser.

Então aí está o bom, o mau e o incerto sobre a primeira investida do Google no campo dos browsers.

Fonte: IDG Now!


Instalando Ubuntu 8.4 no Windows XP com Virtual Box

Setembro 16, 2008

Neste tutorial será apresentado os procedimentos para a instalação e configuração de uma máquina virtual utilizando VirtualBox no Windows XP, e posteriormente a criação do ambiente para a instalação do Ubuntu 8.04.1.

VirtualBox – Instalação:
http://www.virtualbox.org/download
1. Faça o download do VirtualBox e Ubuntu através dos links:
Versão 1.6.4
http://www.ubuntu-br.org/download Versão 8.04

2. A instalação é muito simples. As configurações serão realizadas na execução do virtualizador.

3. Após a instalação inicie o VirtualBox em iniciar > programas > Sun xVM VirtualBox > VirtualBox. Deverá aparecer uma tela .
VirtualBox – Criação da máquina virtual:

1. Clique em Novo, será aberto um assistente para ajudar na criação da máquina virtual, clique em Próximo.

2. Na tela seguinte escreva um nome para a máquina virtual, como sugestão: Ubuntu 8.4; escolha o Tipo do Sistema, neste caso selecione Ubuntu e clique em Próximo.

3. Selecione a quantidade de memória para a máquina virtual, no meu caso foi recomendado 256 MB para a memória principal. Clique em Próximo.

4. A tela seguinte “Disco Rígido Virtual”, crie uma imagem de disco virtual clicando em novo, o assistente irá direcioná-lo à criação de discos rígidos virtuais, clique em Próximo, selecione “Imagem dinâmica expansível” e clique em próximo, será sugerido pelo assistente o tamanho inicial do disco virtual, 8 GB, caso deseje pode alterar o tamanho da imagem. Clique em Próximo e Finalizar.

5. Depois da criação da máquina virtual, selecione-a e clique em Próximo e Finalizar. Se ocorreu tudo bem, a máquina virtual foi criada .
6. Se a instalação do Ubuntu ocorrer a partir do CD ou DVD, clique em CD/DVD-ROM e selecione a unidade de origem do CD/DVD-ROM, não esqueça de inserir o CD no drive. Se a instalação partir de uma imagem ISO, selecione o local da imagem.

VirtualBox – Configuração da máquina virtual

1. Na janela da máquina virtual, aparece uma mensagem para configuração do atalho no teclado, que pode ser alterada em Arquivo > Preferências, na guia Entrada.

Ubuntu – Instalação

1. Clique em Iniciar, para inicializar a máquina virtual, neste momento é simulado um boot no sistema.

2. Aguarde um pouco e deverá aparecer uma tela .
3. Escolha o idioma e Selecione “Testar o Ubuntu sem qualquer mudança no seu computador” e tecle Enter, aguarde um pouco, aparecerá a janela inicial do Ubuntu:
Neste ponto se você estiver conectado à Internet, na instalação do Ubuntu serão instaladas as atualizações e correções do sistema.

4. Dê dois cliques no ícone “Instalar o sistema no computador” e aguarde. A instalação do Ubuntu é simples e rápida. Escolha o idioma e clique em Avançar, escolha o fuso horário, a hora pode ser alterada após a instalação. Verifique se o teclado está configurado, teste algumas teclas ç ã í.

5. Será iniciado o particionador, que reconhecerá o disco rígido virtual, escolha “Assistido – usar disco inteiro” e clique em Avançar. Preencha os campos na tela “Quem é você”, atribuindo um nome de usuário, senha e nome do computador.

6. Será mostrada uma tela com o resumo da instalação, clique em Instalar. Aguarde o progresso da instalação.

Não se esqueça que após a finalização da instalação você deve desabilitar a opção de boot pelo CD/DVD-ROM no VirtualBox, em Configurações > CD/DVD-ROM > Montar Drive de CD/DVD.

Qualquer dúvida poste seu comentário.


O melhor pendrive de todos os tempos

Setembro 9, 2008

trekstorependrive

Os europeus são ótimos com design, mas de vez em quando surpreendem mesmo para seus padrões elevados. Foi o caso desse pendrive da TrekStor, que será lançado em Outubro. Uniram o útil ao agradável, criando um pendrive resistente, por ser de metal, e com uma utilidade nobre, abridor de garrafas. Não podia vir de outro lugar senão a Alemanha, terra da Cerveja.

O preço é até convidativo, ficará entre 6,99 e 49,99 Euros, provavelmente para os modelos com 16GB ou 32GB. Um de 2GB para mim já está de bom tamanho. Agora é só esperar o pessoal da Deal Extreme copiar e lançar uma versão xing-ling.

Fonte: Meio Bit


Gigabyte faz placa-mãe para DDR 2 ou 3 e chips de 45 nm

Setembro 9, 2008

A Gigabyte mostrou as placas-mãe baseadas nos chipsets Intel P45 e P43 que serão vendidas no Brasil. O modelo mais avançado é o EP45C-DS3R, com canais de memória DDR3 de 1 600 MHz e 1 333 MHz e DDR2 de 1 066 MHz.

A placa, voltada para usuários high end, que buscam altíssima performance, suporta os novos processadores de 45 nm. Ela permite decodificar áudio em alta definição para reprodução de Blu-ray.

Além de ter configuração bem parruda, a placa vem recheada de recursos extras. Um deles é o DES Advanced, que economiza a energia fornecida para o processador quando a placa está sendo pouco solicitada – para isso, trabalha liberando mais ou menos fases do circuito.

Outra novidade é o Ultra TPM, que faz criptografia dos dados guardados no disco rígido, usando uma chave de 2 048 bits gravada num pen drive. Assim, os arquivos ficam ocultos até que o memory key com as informações seja espetado na porta USB.

O preço para a venda do produto no Brasil ainda não está definido.


Bill Gates deixa trabalho integral na Microsoft para se dedicar à filantropia

Junho 28, 2008

Após mais de três décadas à frente da Microsoft, Bill Gates deixa nesta sexta-feira (27) o dia-a-dia daquela que a maior companhia de software do mundo e passará a se dedicar em tempo integral à organização Bill & Melinda Gates Foundation.

Gates, 52, cuja aparência juvenil contrasta estranhamente com os cabelos já grisalhos, deixará para trás toda uma vida dedicada ao desenvolvimento de software e concentrará suas energias em promover a descoberta de novas vacinas ou o financiamento de projetos nos países em desenvolvimento.

Divulgação
Bill Gates ainda detém participação de 8,7% na Microsoft, fatia avaliada em US$ 23 bilhões
Bill Gates, 52, ainda detém participação de 8,7% na Microsoft, fatia avaliada em US$ 23 bilhões; vai se dedicar à filantropia

A Microsoft continuará sob o comando do executivo-chefe, Steve Ballmer, do chefe de estratégia e pesquisa, Craig Mundie, e do chefe para arquitetura de softwares, Ray Ozzie. Em junho de 2006, Ozzie já havia assumido o posto de Gates como responsável pela arquitetura de software da Microsoft.

Como é o maior acionista da Microsoft, Gates continuará a ser o presidente do conselho da empresa e a trabalhar em alguns projetos especiais de tecnologia. A participação de 8,7% que ele detém na companhia vale cerca de US$ 23 bilhões.

Mas, na segunda-feira (30), enquanto Bates estará preocupado com epidemiologia e obras de caridade, a Microsoft ainda estará envolto em problemas que Gates também não conseguiu resolver: bater o Google no segmento de internet e defender seu império no mundo “offline”.

Quando a Microsoft anunciou em 2006 que Gates planejava se dedicar menos à Microsoft, ele nomeou dois executivos para guiar a direção técnica da empresa. Entretanto, ações recentes da Microsoft indicam que um grupo maior de pessoas vai planejar essa área.

Em entrevista à BBC, Bill Gates afirmou que o sucesso da Microsoft não se deve apenas ao que a empresa fez, mas também ao que os competidores deixaram de fazer. “A maioria dos nossos concorrentes era muito mal administrada”, disse Gates. “Eles não entenderam como unir pessoas com experiências em negócios e em engenharia. Eles também não sabiam como se deslocar pelo mundo.”

As táticas utilizadas pela Microsoft para garantir o domínio da marca em sua área de atuação foram foco de intensos debates. De um lado, os competidores da Microsoft, junto com alguns tribunais e agências reguladoras, argumentam que a companhia se aproveitou de sua posição para dominar o mercado por meio de práticas ilegais.

De outro, Gates e seus colegas insistem que seu único propósito era criar um “grande software” e que os clientes não o comprariam se não gostassem do produto.

Poder de barganha

Na avaliação de um dos ex-funcionários da Microsoft, um dos grandes trunfos de Gates era a habilidade de entender ao mesmo tempo de negócios e da engenharia necessária para criar os softwares. De certa forma, a Microsoft teve nas mãos o poder de decidir a sorte de outras empresas de software.

E ainda há um último elemento indiscutível que se soma ao sucesso da fórmula Microsoft: o uso de grandes quantias de dinheiro para se proteger dos caprichos do mercado ou da eventual falência de um produto específico.

Com BBC, Reuters e Associated Press


Como escrever excelentes artigos

Junho 27, 2008

Esta questão é pertinente. Algumas pessoas com boa capacidade de escrita acabam por ficar sem assunto quando têm de escrever num blog outras com capacidades e um vocabulário bastante básico conseguem produzir conteúdo a um nível estonteante por vezes. Isto deve-se ao facto de saberem definir claramente o que dizer e não saem desse tópico.

De futuro irei publicar um artigo sobre como criar um tópico apelativo, mas independentemente do tópico ser apelativo ou não existem algumas características comuns que estão presentes em todos os artigos que possam considerar interessantes. Claro que há sempre excepções á regra mas é daquelas coisas que dá jeito saber.

Um bom artigo tem um e apenas um objectivo. Reparem que escrevi um e não 1. Existem diferenças. Um bom artigo tem sempre um ponto que o destaca, uma acção que estimula o leitor positivamente ou negativamente, ou um conceito que faz o leitor dizer “Olha, bem visto!”. Ocasionalmente um artigo, particularmente quando possuí uma lista de tópicos, poderá ter vários aspectos a ter em conta mas todos eles estarão relacionados com um objectivo geral.

Por vezes é tentador envolver outros assuntos num artigo, particularmente se estiverem relacionados. Contudo isto poderá ter efeitos negativos.

  1. Os leitores do teu blog criam expectativas mesmo antes de começarem a ler o artigo. Aqui existem vários factores que podem influenciar mas o mais importante será sem dúvida o titulo escolhido. Ao adicionarem informação complementar a um assunto o leitor poderá sentir-se e poderá, eventualmente, achar o artigo maçador.
  2. São os artigos mais objectivos que os motores de busca e outros leitores acabam por divulgar e comentar. Os leitores apreciam esses artigos como um recurso valioso desse assunto especifico. O facto de adicionarem conteúdo que não está relacionado ou que esteja vagamente relacionado vai contribuir para a diminuição de qualidade desse artigo.
    Lembrem-se que podem sempre escrever outro artigo.

Um bom artigo é relevante ao publico alvo

Um bom artigo antecipa a pergunta e elabora uma resposta simples, agradável e que faz sentido para o leitor. Isto pode ser um pouco nublado pois é complicado de manter a coerência por vezes. Até que ponto devemos falar de algo relacionado com um assunto? Devemos expor todos os detalhes ou apenas os mais importantes?

Se conseguires moldar o artigo de forma a apresentar uma resposta que o leitor consiga intender melhor ou considerar útil então quanto mais completo melhor. Senão mantêm-te sobre o que eles precisam de saber e deixa os pormenores técnicos para outro artigo ou para resposta a possíveis perguntas nos comentários. Ao escrever artigos demasiado detalhados estamos a determinar que este é um artigo para um determinado alvo.

Um bom artigo é pessoal

Já devem ter reparado que o MUIOMUIO tem uma linguagem bastante casual. Gosto de tratar as pessoas por “Tu”. O facto de escrever artigos com um toque pessoal faz com que ganhes mais leitores a longe prazo. Isto consiste em alterações simples como juntar um pouco de humor aos artigos, partilhar a tua opinião sobre algo e escrever “eu” em vez de “nós” ou algo parecido.

Artigos menos formais acabam por parecer demasiado com leituras dos livros da escola em que tudo é demasiado impessoal. Esses artigos não são bem aceites pelos leitores nem motores de busca.

Um bom artigo tem conteúdo original

Isto é sem dúvida um aspecto critico. É fácil encontrar blogs bem sucedidos através da reciclagem de informação que até têm leitores assíduos. Contudo é um num milhão. Se repararem bem a grande maioria dos artigos nos blogs de sucesso ou têm conteúdo original ou informação recolhida, retratada e colocada de forma original.

Deves sempre ler, escrever a tua opinião, voltar a ler, corrigir e aí então publicares o teu artigo que, quase de certeza absoluta, será diferente do original mas conterá toda a informação necessária. Com isto poderás até “roubar” leitores a jornais e outros sites informativos.

Os artigos têm de ser legíveis

Já devem ter deparado com sites ou blogs onde se escrevem artigos demasiado grandes praticamente sem qualquer estrutura. O que lhes interessou foi transmitir a informação. Isto demonstra falta de sensibilidade perante o leitor. Por vezes acontece estarmos tão entusiasmados ou sermos tão apaixonados por determinado tópico que nos apressamos e não tomamos atenção aos pormenores.

Artigos longos como este podem ser repartidos em secções com cabeçalhos que mostrem aos leitores o que podem ler neste artigo. Podem criar uma lista de tópicos que faça com que a informação seja mais facilmente apanhada e separar grandes blocos de texto em pequenos parágrafos.

Usa imagens para dar outra dimensão ao teu artigo verás que fará diferença. Uma imagem que seja relevante ao assunto em causa dará mais uma pista ao leitor daquilo que estás a falar. Existem muitos sítios onde podes encontrar imagens que possas utilizar livremente. As imagens ou ilustrações irão tirar algum peso de um artigo extenso que é apena texto.

Bons artigos têm títulos apelativos

Um titulo deve sempre apontar o aspecto geral do artigo. Que seja uma espécie de slogan para o artigo. Lembra-te o titulo é o que “vende” o artigo. Se o titulo não for apelativo é possível que os leitores nem se dêem ao trabalho de dar uma vista de olhos no artigo.

Em resumo:
Ao escreverem um artigo não tenham pressa, levem o vosso tempo para pensar bem no que escrevem, em tratar do artigo, pesquisando, colocando imagens, melhorando a linguagem, pensar no titulo, etc… Tomem atenção aos pormenores pois é muito importante para fazer o artigo destacar-se.
Tomem este artigo como exemplo, estive 3 dias a pensar e pesquisar sobre ele, 2 a escrever o artigo como draft, outro dia a revê-lo e mais 1 dia a pensar em como o poderia melhorar.


Tutorial uTorrent

Junho 1, 2008

Usar o uTorrent não é difícil. Menos ainda se você conhece um pouco de inglês, para usar o FAQ do site. Resolvi fazer este tutorial para ajudar quem está começando.

  1. Torrents;
  2. Baixando e instalando o programa;
  3. Baixando e instalando o pacote de idiomas;
  4. Baixando arquivos .torrent;
  5. Criando categorias;
  6. Começando a baixar os arquivos;
  7. Sites com torrents grátis;
  8. Ícones;
  9. Porque “seedar”;
  10. FAQ.

1. Torrents: o que são?

É um protocolo de processamento rápido que permite ao utilizador fazer download de arquivos indexados em websites. Essa rede introduziu o conceito “partilhe o que já descarregou” maximizando muito o desempenho e possibilitando downloads rápidos e imediatos.

Na rede BitTorrent os arquivos são quebrados em pedaços de geralmente 256Kb. Ao contrário de outras redes, os utilizadores da rede BitTorrent partilham pedaços em ordem aleatória, que podem ser reconstituídos mais tarde para formar o arquivo final. O sistema de partilha optimiza ao máximo o desempenho geral de rede, uma vez que não existem filas de espera e todos partilham pedaços entre si, não sobrecarregando um servidor central, como acontece com sites, portais, de downloads por exemplo. Assim, quanto mais utilizadores entram para descarregar um determinado arquivo, mais largura de banda se torna disponível.

Resumindo: você baixa um arquivo .torrent num site idôneo (o meu blog é idôneo), adiciona no seu uTorrent e quando mais pessoas estiverem seedando (upando, disponibilizando) o arquivo inteiro, mas rápido você vai conseguir baixá-lo, mas se outras pessoas também estiverem baixando ainda, a velocidade diminui.

2. Baixando o programa: o uTorrent, é claro!

Ia começar a falar os passos para seguir no site e ter o programa instalado, mas acho que isso é uma coisa quase intuitiva, então, se alguém realmente quiser saber como fazer isso, comenta aí que eu escrevo.

3. Baixando e instalando o pacote de idiomas

Já vi gente perguntando como deixar o uTorrent em português, então aí vai. É realmente simples. Você precisa apenas baixar o “Language pack” cujo link está logo abaixo da versão do uTorrent que você instalou na mesma pasta onde colocou o executável do uTorrent. A instalação é automática.

Quando executar o programa (se ele já estava aberto quando baixou o pacote, feche-o), clique em “Options” e então em “Preferences…”. A primeira coisa que aparece é a aba “General” – “User interface settings” – “Languages”, clique no menu onde diz “English” e localize o item “Portuguese (Brazil)”. Clique em “OK” nessa tela e na caixa de mensagens que abrir.

Feche o programa e abra novamente. Prontinho, está em português.

4. Baixando arquivos .torrent

Se você leu o item 1, sabe que o arquivo .torrent, não é o vídeo, a música, o livro ou o que quer que seja que você procura. Você vai precisar fazer o seguinte:

Primeiro você vai precisar criar as pastas: uma para os .torrent que estão baixando, outra para os .torrent que já baixaram e outra para o conteúdo desses .torrents. Dê preferencia para um local com muito espaço, você não sabe quanto vai ocupar quando se acostumar, e todos num local só, por exemplo: pasta torrent contém pasta baixando, pasta baixados e pasta arquivos.

Ok. Já temos as pastas. Agora você vai procurar algo para baixar. Há sites que contam os megas e gigas que você baixa e outros que não. Você pode procurar o FAQ desses sites e ver como eles trabalham.

Eu tenho alguns links para arquivos que estou seedando (arquivos que eu já terminei de baixar) aqui no site, se quiser, pode escolher um. Coloque o arquivo .torrent na pasta dos que você está baixando.

5. Criando categorias

Criar categorias é bastante útil. Você pode dar às categorias o nome do site de onde está baixando o arquivo. De que forma isso é útil? Bem, os sites que contam quantos megas você está baixando tem, como posso chamar???…, um controle disso, através do “ratio”.

Quando você está com ratio maior que 1, você pode começar a baixar arquivos assim que eles forem disponibilizados. Em contra partida, quando o seu rátio está abaixo de 1, você pode ter que esperar algumas horas para começar a baixar um .torrent que foi colocado no ar agora, e dependendo do tamanho do que você quer baixar, pode ser impedido, tendo que primeiro aumentar o ratio para depois poder baixar (por isso que eu fico pedindo para vocês baixarem algo que eu já baixei). Se o ratio for muito baixo, você pode ser excluido quando o administrador resolver fazer uma limpa em quem está abaixo do mínimo permitido.

Criando uma categoria com o nome do site de onde você está baixando o arquivo, você tem controle de quanto ratio tem para aquele arquivo. Eu recomendo a no mínimo você deixar o ratio em 1 para cada arquivo.

Como fazer para saber quanto ratio aquele arquivo tem? Basta clicar com o botão direito no nome de qualquer coluna da tela principal do uTorrent (nome, status, concluído…) localize e clique em “categoria” e em “ratio”.

Para criar a categoria, clique em “Opções” ou na engrenagem amarela no menu (se você não mudou o tema do uTorrent) – “Preferencias” – no menu, clique em “Avançado” e então em “Interface do usuário”. O penúltimo item nessa tela é “Categorias fixas”. Se você quer criar categorias para os sites BrasilTorrents.com e Seizu.org, por exemplo, digite nesse campo o seguinte: Brasiltorrents | Seizu.

Se o menu “Lista de categorias” estiver habilitado (clique em F7 para habilitar), você vai ver essas categorias que acabou de criar e a quantidade de arquivos que estão nelas entre parenteses. O nome da categoria também vai aparecer na coluna “Categoria”.

Agora você vai saber quanto ratio cada arquivo tem e a que site esse ratio pertence.

6. Começando a baixar os arquivos;

No uTorrent, clique no botão que tem um sinal + verde (Adicionar torrent…) ou em “Arquivo” e depois em “Adicionar torrent…”. Localize o .torrent que você quer adicionar.

Na tela que vai abrir, você vai indicar onde quer que o vídeo, a música ou o que for seja baixado (aquela pasta de arquivos, lembra?), e a categoria (se você não criou ela ainda, feche essa tela e crie-a). Clique em Ok.

Pronto, seu arquivo já está pronto para baixar. Ele vai aparecer no item “Baixando”, que tem uma seta azul apontando para baixo.

Quando o download estiver concluído, você pode executá-lo daí mesmo. Habilite “Informações detalhadas”, clicando em F5, e clique na aba “Arquivos”. Se o .torrent tinha apenas um arquivo, é só dar dois cliques nele. Se tinha mais, fique de olho para executar apenas os arquivos que já estiverem concluídos.

7. Ícones

significa que o torrent está baixando
significa que o torrent está baixando, mas há um erro no tracker (o site de onde você pegou o torrent)
significa que você já concluiu o download e está seedando
significa que você está seedando, mas há um erro no tracker
significa que o torrent está numa lista de espera
significa que o seed está numa lista de espera
significa que o download está parado
significa que o seed está parado
significa que o torrent está pausado
significa que há um erro no torrent

As setas vermelhas geralmente significam que o site de onde você baixou o .torrent está off. Também pode ser que o .torrent não esteja mais disponível. Acontece quando o site ocupou toda a taxa de tráfego disponibilizada pelo host ou, geralmente com trackers de animes, quando eles excluem um .torrent para colocar uma versão corrigida. Acesse o site desse torrent para ver a possível razão.

8. Porque seedar

Como já foi explicado, o uso de torrents é aquele tal de P2P, peer to peer, computador para computador. Quando você baixou um arquivo, tinha gente que também estava com o computador ligado, deixando você baixar aquele arquivo dele. O mínimo que pode fazer é também deixar outras pessoas baixarem esse arquivo de você.

Outro motivo é aumentar o seu ratio. Quanto mais você seedar, mais ratio você vai ter, mais rápido vai poder baixar outros arquivos e menos chance tem de ser excluido do tracker.

9. FAQ

Algumas outras dúvidas você pode tirar no Wikipedia. Não achou lá, pergunta aqui que eu tento responder.


Criando um CD com WinXP SP3 integrado usando o nLite

Maio 24, 2008

Para integrar o Windows XP SP3, Internet Explorer 7, Windows Media Player 11 e Mozilla Firefox 2.0.0.14 aos arquivos de instalação do Windows XP usando o nLite, siga os passos abaixo.

IMPORTANTE:
Se você estiver fazendo a integração do SP3 ao XP RTM no Windows Vista, use o nLite 1.4.1.
Se você estiver fazendo a integração do SP3 ao XP SP2 no Windows Vista, use nLite 1.4.5.
Se você não estiver fazendo a integração a partir do Windows Vista, use qualquer uma das duas versões.

Passo 1 – Instale o nLite.

Passo 2 – Faça o download do arquivo de instalação do Windows XP SP3.

Passo 3 – Coloque o CD do Windows XP no drive e copie os arquivos para uma pasta em seu HD:

IMPORTANTE: Se você quiser integrar o Windows Media Player 11 aos arquivos de instalação do Windows, veja a NOTA 1 no final deste artigo antes de prosseguir. O Windows Media Player deve ser integrado ANTES que qualquer modificação seja feita pelo nLite.

Passo 4 – Depois que você copiou os arquivos do Windows XP para seu HD, execute o nLite e clique em Próximo.

Passo 5 – Indique o caminho onde você copiou os arquivos de instalação do Windows XP e clique em Próximo.

Passo 6 – Se você não possui nenhuma pré-configuração do nLite, clique em Próximo.

Passo 7 – Na tela de seleção de tarefas, marque os itens Service Pack integrado e Criar uma imagem iso auto executável e clique em Próximo.

IMPORTANTE: Se você quiser integrar o Internet Explorer 7 ou o Mozilla Firefox 2.0.0.14, veja a NOTA 2 no final deste artigo antes de prosseguir.

Passo 8 – Navegue até o local onde o arquivo e aguarde até que o processo de integração do Service Pack termine. Terminado o processo de integração, clique em Próximo.

Passo 9 – Esta é a tela onde você define alguns parâmetros da imagem ISO que será gravada em um CD. Deixe todas as opções como estão, dê um nome para sua imagem ISO (por exemplo, XP_SP3_BR) e clique no botão Criar iso.

Passo 10 – Quando a criação da imagem ISO terminar, clique no botão Finalizar e pronto.

Agora basta gravar o CD usando seu programa de gravação favorito. Uma boa alternativa é o gratuito ImgBurn.

NOTA 1: Você precisa integrar o Windows Media Player 11 aos arquivos de instalação do Windows XP ANTES de fazer qualquer modificação com o nLite. Para isso, você precisará de dois itens específicos:

O WMP11 Integrator é fácil de usar:

- Faça o download.

- Instale o programa.

- Execute-o (no Windows Vista, execute o programa como Administrador, caso contrário ocorrerá um erro).

- Indique o caminho para o arquivo de instalação do Windows Media Player 11 e para os arquivos de instalação do Windows XP:

- Clique no botão Integrate e espere o programa executar o processo.

Agora você pode prosseguir normalmente com o uso do nLite.

NOTA 2: Para Integrar o Internet Explorer 7 ou o Mozilla Firefox ao CD de instalação do Windows XP SP3, você precisa fazer o download dos arquivos de instalação de um dos dois programas. (Baixe o IE 7 aqui ou o Firefox 2.0.0.14 aqui).

Agora, no Passo 7 do processo de integração, tenha a certeza de marcar também a opção Atualizações críticas e add-ons:

Em seguida, prossiga normalmente com a integração e você chegará na parte onde precisa adicionar os arquivos de instalação do IE 7 ou do Firefox. Clique no botão Inserir e adicione os arquivos:

Feito isso, clique em Próximo para que o nLite integre os arquivos:

Terminado este processo, prossiga normalmente com o nLite clicando em Próximo.


SP3 melhora a performance do Windows XP em até 10%

Maio 24, 2008

O Windows XP roda algumas aplicações até 10% mais rápido com o último Service Pack instalado, constatou uma empresa de pesquisas.

“Fomos agradavelmente surpreendidos ao descobrir que o Windows XP Service Pack 3 (v.3244) oferece uma melhora de desempenho mensurável”, escreveu a equipe do exo.performance.network, em um post.

Os pesquisadores descobriram que um PC com o Microsoft XP SP3 concluiu o teste OfficeBench suite, em menos de 50 segundos. Um sistema similar, com o Windows XP com Service Pack 2, levou mais de 50 segundos para completar o teste – que mede o quão rápido um computador pode executar tarefas comuns no Microsoft Word, PowerPoint e Excel.

“Nós supomos que o SP3 era uma consolidação de correções de bugs e patches… o inesperado aumento na velocidade vem como um belo bônus”, escreveram os pesquisadores.

Os testes foram realizados no final do ano passado, com uma versão beta do XP SP3. Portanto, é possível que a versão final seja ainda mais rápida.

Rodrigo_Moura